quinta-feira, 25 de março de 2010

O VARVITO DE ITU SEGUNDO ROCHA CAMPOS

Leitura obrigatória, mas não exclusiva,  para quem faz essa atividade.


https://docs.google.com/fileview?id=0B_KRk5TIOSmJMjJjZTRkNmUtNzNiOS00NmMzLWE0YTMtM2NjMTkxYmMxZjky&hl=en


Não copie o link a partir do e-mail recebido pelo funghisechi, pois parece que não está dando certo para algumas pessoas.
Clique no link do bluggi que vem junto ao e-mail ou vá para www.neuronial.blogspot.com e copie e cole o link do docs a partir de lá.

Um comentário:

  1. O Prof. Rocha Campos é um grande conhecedor de geleiras e assuntos sobre glaciologia, e graças a ele este belissimo patrimonio geológico foi preservado, mas já faz um tempo que seu artigo vêm sendo questionado.
    O que vemos no parque do varvito é uma rocha ritmica composta pela alternância de camadas claras de sedimento arenoso (geradas por correntes de turbidez) com camadas mais finas e escuras de material argiloso (geradas por decantação de particulas em suspensão). Segundo Rocha Campos, cada par de camadas (areia/argila) representaria um ano. Isto é, a camada arenosa estaria relacionada ao verão (degelo), enquanto que o material fino estaria relacionada ao inverno.
    Por outro lado, ele mesmo afirma que a camada arenosa é gerada por corrente de turbidez. E é isto que causa polêmica, pois, correntes de turbidez são correntes de alta densidade geradas por deslizamentos sub-aquáticos de material inconsolidado que se acumula em descontinuidades topograficas, e que não apresenta nenhuma relação direta com sazonalidade. O disparo deste tipo de corrente em ambientes glacias pode se dar, por exemplo, sempre que um iceberg se desprende da geleira para dentro do corpo d'água (igual ao que acontece na famosa geleira de Perito Moreno - Arg). E temos que concordar que este tipo de despreendimento não ocorre apenas uma vez ao ano!!!! Certo?
    E como todo o depósito turbiditico camadas argilosas ocorrem no topo e representam a decantação de todo o material que entrou em suspensão durante a passagem do fluxo turbulento.

    Sempre que questiono o trabalho do Rocha Campos o Antônio me pede a referencia bibliografica do trabalho que discorda dele. Eu não tenho essa referencia biblografica e tampouco sei se existe, mas acho que neste caso é muito fácil ir pela lógica.

    Bom, acho que é só....
    Um beijo e boa viagem aos que vão e boa semana aos que ficam!
    Liza

    (ahh.. e só curiosidade, na foto 2 do artigo do RCampos, a menina de rabo-de-cavalo parada ao lado do professor sou eu... nossa, quanto tempo...)

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